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As praias de Ubatuba

Ubatuba é um município bem conhecido do litoral norte de São Paulo. Está a 250 km de Sampa, cerca de 3 horas e 30 minutos de distância. Ou seja, é possível para dar uma escapada em algum feriado ou mesmo num final de semana, dependendo da sua disposição. 😉

Tirei alguns dias com minha família para dar uma relaxada e resolvemos escapar para lá. Ficamos quatro dias e deu para explorar muito as praias e só digo que valeu a pena, pois conheci cada praia linda!

E o que não falta por lá justamente é praia, com mais de 100. Por isso, também acho super válido ir de carro para ter essa liberdade de explorar toda a região. Entretanto, se não for possível, dá para se virar com o transporte público, mas tenha em mente que você poderá andar longos trechos a pé.

Afinal, para chegar em diversas praias é preciso fazer trilhas. Ah, e uma coisa interessante é que, em algumas praias, é necessário o uso do Zona Azul, que dura o dia todo. Mara, né?!

Bom, em todos os dias da viagem acordávamos cedo, tomávamos um belo café da manhã e pegávamos o carro rumo para a exploração das praias de Ubatuba. A primeira que fomos é bem famosa por lá. Afinal, na região acontece campeonatos internacionais de surf: a praia de Itamambuca. Por ser uma praia de surf, obviamente, o mar é mais bravo, com aquelas ondas bem altas. A paisagem é bem agradável, com umas pedras numa parte da praia, deixando-a ainda mais bonita. Há um rio próximo dessas pedras, numa das extremidades da praia. Tem barraquinhas por lá, dá facilmente para passar o dia todo ali só na curtição.

Se estiver somente de passagem, aproveite e tome uma água de coco, que foi o que eu fiz. 😉

A segunda praia que fomos foi a praia Vermelha, do lado de Itamambuca. Também há umas pedras nas laterais, que irão render vários cliques lindos. Só estávamos minha família e eu por lá. A praia parecia bem deserta, bem calma e bem linda. Não tem estrutura de praia, por isso se quiser passar o dia, pense em levar alguns comes e bebes, ok?!

A praia do Sununga é bem bonita, principalmente para fazer fotos bacanas, mas não dá para curtir muito, pois a faixa de areia é pequena e se o mar estiver agitado, chegará facilmente na areia. É uma praia mais para ser curtida pelos moradores, uma vez que tem diversas casas ao longo da costa da praia. Ah! Para estacionar e chegar na areia foi um pouco ruim, pois as ruas são estreitas e havia chovido, estava tudo meio “barroso”.

Atravessamos andando na areia/água para chegar numa outra parte dessa praia onde tem a Gruta que Chora mas, quem chorou no caso, fui eu. Isso porque a maré subiu e entrou na gruta, impossibilitando a minha visita. No dia seguinte, voltei lá, mas aí o lugar já estava tomado por caras que resolveram fazer um churrasco dentro da gruta… vê se eu posso com isso!!! =/ Fiquei frustradinha, afinal, estava louca para conhecer, uma vez tinha visto foto dali e achei demais. Mas Deus me presentou com uma outra vista, uma espécie de pororoca, que acontece quando o mar está de ressaca, como duas ondas grandes e fortes que se encontram. Foi lindo!

Algumas praias são de difícil acesso, mas, em geral, compensa o esforço pela paisagem. A praia da Almada é uma dessas, tanto que quase fiquei desalmada (risos). Eram subidas íngremes e descidas pavorosas numa estrada onde tem dois sentidos, mas só há espaço para passar um carro e meio, sem guard rail (grade de proteção) e em um penhasco. Pense na aventura que foi (risos). Nessa praia tem estrutura, até com restaurante. É uma praia plana e bem calma.

Na praia de Ubatumirim, você pode entrar de carro na areia e estacionar por ali mesmo. Possui uma extensa faixa de areia bem plana. Não lembro de ter visto muita estrutura de bar/restaurante, só algumas pessoas vendendo canga, biquíni, brincos e colares de prata.

Na praia de Prumirim, há uma área para estacionar o carro. Depois, basta seguir por uma trilha de cerca de cinco minutos até chegar na praia. Como havia alguns restaurantes por ali, resolvemos passar algumas umas horas a mais para descansar, tomar sol e apreciar a paisagem. Atrás da praia há um lago com água de cor amarelada, onde é possível tomar banho também.

A praia do Puruba é uma praia deserta, que a pessoa só consegue chegar atravessando um rio, seja nadando, seja de barco, seja de stand up. Acabei só a vendo de longe, pois não estava a fim de atravessar o rio.

Na estrada íamos vendo as placas e entrando nas praias, mas cada vez era uma surpresa diferente. Ás vezes, achávamos que a praia estaria logo ali, mas eram vários minutos dirigindo até encontrar a “dita”. E nisso encontramos vários mirantes/belvederes e paramos em todos. Afinal, a vista é sempre TOP.

Para quem gosta do Projeto Tamar, é fácil visitar pelo caminho. Mas, só cheguei próximo, não entrei. Há também o Aquário de Ubatuba, localizado no centrinho da cidade, mas como estava bem cheio, não fui. Sou dessas de fugir da muvuca.

Por falar em centrinho, é bem gostoso passear a noite por lá vendo as lojas com direito a parada para o jantar. Sugiro o restaurante Mango Creperia, que tem crepes bem gostosos. O lugar é bem agradável até pela música ao vivo.

Em Ubatuba, comi uma iguaria inédita até então na minha vida: sorvete assado! Vi placas em diversos locais e não sosseguei até comer. É uma preparação composta por pão-de-ló, salada de frutas, sorvetes dos sabores escolhidos e coberto por merengue.

É uma preparação composta por pão-de-ló, salada de frutas, sorvetes dos sabores escolhidos por ti e coberto por merengue. Vale a pena ir no Tachão provar essa beldade.

No último dia da viagem fez um dia nublado, com pancadas de chuva, afinal, estávamos em Ubachuva (risos). Aliás, não sugiro ir por lá em setembro, quando fui, uma vez a tendência é chover muito nessa época do ano. O melhor é ir no verão.

Por causa da chuva, resolvemos ir para Paraty, que é divisa com Ubatuba. Eu já conhecia a cidade, mas a minha família não. Em poucas horas, demos uma volta a pé por todo o centro de Paraty. Aproveitei para comprar um chapéu lindo numa loja que só vendia isso (sou apaixonada por chapéus), tiramos fotos e seguimos viagem. Bom, tentamos seguir na verdade.

Ainda assim, com dificuldade, chegamos em Cunha mas, deu ruim de novo. A cidade é montanhosa e as subidas eram muitos mais íngremes. Eu olhava e tinha praticamente certeza que meu carro não ia dar conta do recado, ficaria em 90 graus, tipo quase descolando do asfalto (risos) Só sei que desisti, pois sou corajosa, mas com limites. Meu plano agora é conhecer algum lavandário da França, acho melhor…(risos).

Paraty

Um dos lugares que sugiro ir, mas que não consegui visitar por conta da maré que estava alta impedindo o transporte de barco, é a Ilha das Couves. Faz uma pesquisa na internet para ver como vale a pena ir nesse cenário paradisíaco. Ainda volto um dia para ir lá, pois confesso que fiquei frustrada.

Deu para perceber que precisa ter um espírito aventureiro para explorar as praias de Ubatuba, não é mesmo?! Está esperando o que para se aventurar? Basta reservar o seu hotel e ir lá ser feliz. =) <3

Juliana Tomandl Fontes

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