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Natal: o que fazer, onde comer e se hospedar

Ando explorando um pouco mais do nosso Brasilzão, e o destino escolhido da vez, foi Natal, onde passei uma semana, e achei tempo suficiente para conhecer bem. Sou daquelas que gosta de explorar os locais, então, não fico muito parada não; tanto que fui com cor de tapioca e voltei com cor de tapioca levemente gratinada, rs.

Natal, capital do Rio Grande do Norte, tem esse nome pois foi fundada no dia 25 de dezembro de 1599. É conhecida como “Cidade do Sol” mas, eu falaria que é a “Cidade do Vento”, pois venta muitoooo, arrisco dizer que não consegui tirar nenhuma foto minha sem estar descabelada (rs) mas, em geral, tudo que despenteia, é bom, rs!

O primeiro dia foi mais basiquinho, pois fiz um city tour, visitei o maior cajueiro do mundo, com 8500 metros quadrados, o equivalente a cerca de 70 árvores de caju convencionais. A explicação científica para esse tamanhão de árvore é que os galhos foram crescendo e, com o peso, foram descendo atingindo ao chão, tanto que ela não é muito alta. Com esses galhos em contato com o chão, passaram a criar raízes e novos galhos nasceram, como se fossem novas árvores. No lugar, tem degustação de suco de caju com ou sem açúcar, sugiro aproveitar! 😉 Esse cajueiro fica na praia de Pirangi do Norte, e assim, fui conhecer também. Aliás, andando por lá, encontrei um coqueiro coberto parcialmente com tampinhas de garrafa pet, muita criatividade, rs.

Cajueiro

 

Coqueiro com Tampa Pet

No segundo dia, fui para Pipa. A primeira praia que conheci ali foi a da Cacimbinha, que tem um visual lindo mas, ventava tanto, a areia voava nas pernas, fazendo cócegas, entrava no olho… uma delícia, rs! Estava difícil ficar ao ar livre, rs. Em seguida, fui para a praia do Amor, que é bonita. De cima de uma falésia, ao olhar para baixo, você vê a parte superior de um coração formado pelo mar. Para acessar a areia e o mar, precisa descer umas escadas bem irregulares: uma parte era de madeira, outra de terra, alguns degraus são curtos, outros são altos… se alguém mais idoso quiser descer, precisa ter cautela! Bom, eu não sei se tem outro acesso mas foi essa a opção que tive. Sempre ouvi falar muito de Pipa então, acredito que eu tenha ido com uma alta expectativa, e achei Ok, nada surpreendente.

Praia do Amor

Vou dar uma dica: não vá de excursão conhecer as praias, sugiro contratar um bugueiro ou carros particulares, pois você poderá ter muito mais autonomia sobre seus passeios, onde visitar, quanto tempo ficar… Esses dois primeiros dias, fui de excursão mas, não curti não, eles sempre tem como base algum restaurante (pois ganham comissão), onde você irá comer e, possivelmente, pagar caro; deixam pouco tempo para conhecer os lugares, você sempre precisa esperar todo mundo…

Nos outros dias, contratei um bugueiro que ficou à minha disposição passando nas praias e ficando o tempo estipulado por mim. Em geral, se paga de R$ 70 a R$80 por pessoa, num buggy com capacidade para 4 pessoas; estava com minha família, nesse número de pessoas, então foi perfeito.

Olha só, eu queria porque queria, encontrar algum coqueiro meio caído e não é que o meu bugueiro conseguiu encontrar?! Aí tirei foto parecendo bicho-preguiça, hahahaha.

No terceiro dia, estava de buggy, o combinado era conhecer as praias do norte, que são lindas. Uma das mais famosas, é a de Genipabu, formada por diversas dunas; lá é possível fazer passeio de dromedário, para simular que está no deserto, tem até aquelas roupas típicas a fim da simulação ser bem real, rs. Mas esse passeio custa caro, 15 minutos é cerca de R$ 75,00. Passamos na Lagoa da Redinha, onde parei para umas fotos na redinha e para um banho refrescante. Continuando na andança deliciosa de buggy pelas dunas, fiz aerobunda na Lagoa de Jacumã. Adorei, vale bastante a pena e o preço é mega acessível: R$ 13,00. Tem um barquinho que te resgata na água quando você desce na lagoa e, para subir de volta ao topo da duna, tem um carrinho elétrico que você entra, senta e ele te leva!

Genipabu

O quarto dia, foi para conhecer as praias do sul. A primeira da lista é a Pirangi do Sul, onde tem 3 prédios com coloraçãoo de ketchup, mostarda e maionese, e assim, eu nomeei de praia dos Condimentos, hahaha. Conheci a praia de Búzios, de Tabatinga, o Mirante dos Golfinhos, onde vi uma tartaruga marinha mas não um golfinho. Na Lagoa do Carcará, tem caiaque e pedalinho para andar, fui de segunda opção mas, deu ruim, rs. Como já disse, lá venta demais, sendo assim, o pedalinho não obedecia aos meus comandos, ia para onde queria, na verdade, para onde o vento levava, e acabei atolando na areia, só sei que tive que terminar meu percurso a pé, hahahaha. Ah! Lá eu vi algo meio exótico: coxinha (aquele salgadinho frito, sabe?!) no espeto, rs. Seguindo de buggy, conheci a praia da Barreta, onde tem uma gruta no meio das pedras; entrei mas confesso que bateu um medinho rápido de morrer (rs), pois do lado contrário à entrada, tem o mar, que entra dentro da gruta. Até encheu um pouco de água comigo lá dentro mas, valeu a pena entrar. Parei um pouco para comer, descansar e tomar um sol, na Lagoa de Arituba, onde também tem caiaque e pedalinho mas, nem me arrisquei, rs. Passei ainda na praia do Cotovelo e no Morro do Careca, cartão postal de Natal.

Mirante do Golfinho

 

Mirante do Golfinho

 

Lagoa do Carcará

 

Lagoa do Carcará

 

Lagoa de Arituba

 

Praia do Cotovelo

 

Morro do Careca

 

Gruta Praia da Barreta

 

Gruta Praia da Barreta

No quinto dia, fui visitar mais algumas praias do norte de Natal. Passei por Redinha Nova, Santa Rita, Jacumã, Porto Mirim, Maxaranguape, Ponta Gorda, Caraúbas, Maracajaú e Cabo de São Roque. Minhas preferidas do dia: Maracajaú e, em especial Cabo de São Roque, onde tem a Árvore do Amor, onde duas árvores se juntaram formando uma, daí seu nome.

Praia de Ponta Gorda

 

Praia de Maracajaú

 

Cabo de São Roque

No meu último dia, fui até Galos, que fica a cerca de 3 horas de Natal, ou seja, foi meio puxado mas, foi bacana. Chegando lá, fiz um passeio de barco que me levou até uma salina, depois, seguiu viagem até uma usina eólica, onde tive a oportunidade de descer do barco e conhecer de pertinho aqueles “ventiladores gigantes” que produzem energia com o vento, bem comum na região. Depois, fomos para uma cidadezinha bem pequena e calma, chamada Galinhos, onde ficamos um tempinho numa praia com uma extensa faixa de areia e um visual de paz e calmaria. Ah! Nessa cidade, que o acesso se dá por barco, para você atravessar, pode ir andando ou de taxi-jegue, rsrsrs. Fui andando mesmo pois tenho dó do bichinho, além do percurso ser curto, rs.

Galinhos

 

Salina Galo

 

Usina Eólica

Voltando para Natal… se você é o louco (a) dos letreiros, vai encontrar NATAL para tirar umas fotinhos, na praia de Areia Preta.

Praia da Areia Preta

Quanto à gastronomia, lá tem uma tapioca gratinada SEN-SA-CIO-NAL!!! Por favor, prove, coloque como item obrigatório, rs. Tem bastante tapiocaria pela cidade, com tapiocas dos mais diversos sabores/recheios. Uma outra coisa que gostei bastante, foi a cajuína, que é um suco de caju clarificado, vendido em embalagens de vidro, justamente porque é um suco de caju cozido; diferente e mais gostoso que o suco de caju convencional que conhecemos. Para quem gosta de castanha de caju, lá tem bastante também, a preços mais acessíveis. Por ser um ambiente praiano, é muito propício para comer pescados e frutos do mar.

Dependendo do lugar que for, paga barato numa refeição mas, e alguns pontos, paga caro, então, fique esperto antes de decidir, de fato, onde irá comer. As vezes, explorando um pouco mais, consegue acessar restaurantes bons e baratos! Uma sugestão minha é a Casa do Matuto, comida típica, deliciosa, quentinha, cheirosa e baratinha!!! Os garçons e garçonetes ficam vestidos de Lampião e de Maria Bonita; na parte detrás do estabelecimento, tem um espaço para tirar foto com aqueles chapéus típicos.

O artesanato em Natal, é bem forte, e os preços dos itens são ótimos, bem baratinhos, viabilizando a compra das famosas lembrancinhas para a família e para os amigos.

Natal é um destino praiano mas você encontra bastante variedade dentro disso: dunas, mirante, praias com pedra, gruta na praia…

Eu amei a minha experiência e acho sim uma viagem super válida a ser colocada na lista de “lugares a visitar”.

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1. Serhs Natal Grand Hotel
2. Esmeralda Praia Hotel
3. Kristie Resort
4. Ocean Palace Beach Resort & Bungalows
5. Best Western Premier Majestic Ponta Negra Beach

Juliana Tomandl Fontes

Juliana Tomandl Fontes
Nutricionista – Blog Entre Legumes e Verduras

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