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Difícil definir o que é gay ou não em Londres, pois tudo é tão friendly e todos são bem-vindos!

Londres sempre ditou tendências: de música, comportamento, cultura, gastronomia e tantas outras. Apesar do Brexit, ainda é a capital mais aberta do mundo e também a mais diversa das megalópoles, onde são falados cerca de 300 idiomas. Ser gay, aqui, é agir com total naturalidade e ainda ter uma infinidade de serviços voltados especialmente para os homens. O berço do punk e da contracultura ainda resiste fortemente dentro de uma Inglaterra cada vez mais careta.

Onde ficar : melhores hotéis

Hospital Club

Este hotel boutique de apenas 15 quartos foi fundado em 2004 por Dave Stewart, da banda Eurythmics, e Paul Allen, um dos fundadores da Microsoft. Conforto é a palavra-chave. Materiais como veludo, madeira e couro predominam, contrastando com cores fortes em tons sóbrios. Camas enormes e tapetes felpudos convidam os hóspedes a não sair do quarto naqueles típicos dias londrinos chuvosos.

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Leman Locke

O ambiente é minimalista, com móveis de madeira e metal, efeitos vazados e formas geométricas que conferem texturas ao ambiente. Localizado perto da City Londrina, fica ao lado de Shoreditch e Spitalfields, duas áreas repletas de restaurantes do momento, como a Taberna do Mercado e Som Saa, além de lojas básicas e cheias de classe como A.P.C. e Sunspel

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Onde Comer : melhores restaurantes

Som Saa

Amado pelo público, o Som Saa é hoje o melhor restaurante tailandês de Londres. Os pratos têm aquela explosão de sabores ricos em temperos, como o carro-chefe da casa, nahm dtok pla thort (um badejo inteiro e frito com pó de arroz tostado e ervas de Isaan). As saladas são outro hit, como a de papaya verde com feijão-chicote, camarão seco, amendoim e tomate cereja.

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Maltby Street Market

A localização é inusitada: fica debaixo dos trilhos do trem em Bermondsey, ao lado da Tower Bridge. Uma mistura de street food com lojas de produtores locais sob os arcos da ferrovia, o chamado Spa Terminus. Os mais disputados são a cervejaria Kernel, os sanduíches de pastrami da Monty’s Deli, os cafés da Monmouth Coffee, além dos queijos tipicamente britânicos, como o cheddar e o lancashire, da Neal’s Yard Dairy.

Compras

You Must Create (YMC)

Oferece modelos com cortes clássicos que nunca saem de moda, como camisetas e blazers, usando materiais naturais e duradouros, do algodão a camurça. O nome vem do ethos da marca, “You must create your own design style”, que reforça o posicionamento em recusar as modas da última temporada, misturando clássicos vintage com peças funcionais como parcas utilitárias sobrepostas com cardigãs feitos à mão.

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Oliver Spencer

Mistura referências artísticas com técnicas de alta alfaiataria, criando roupas modernas e de qualidade, mas relaxadas e funcionais. A marca usa matéria-prima italiana e inglesa, como o algodão feito em Dunsley, tudo Made in Europe, reafirmando o conceito artesanal. Entre os hits estão blazers de linho com cortes tradicionais e jaquetas militares desconstruídas de algodão italiano.

Diversão

Oval Space

Abriga shows, baladas e até concertos de música experimental. Este galpão gigante é hoje uma das experiências noturnas mais descoladas da capital. As noites variam, com festas de hip-hop, house e techno. Vizinho de um antigo gasômetro, de seu pátio aberto dá para ter uma vista típica do leste londrino: urbana e underground.

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Fabric

Com três ambientes e capacidade para 2.500 pessoas, a Fabric é o templo da música eletrônica no mundo. Tão influente que tem seu próprio selo, com CDs de sets inesquecíveis de DJs como Ricardo Villalobos, Ellen Allien e Richie Hawtin. A vibe industrial faz jus ao nome, as caixas acústicas vão até o chão e criam um efeito sonoro em que as batidas parecem entrar no corpo de quem está na pista. Uma experiência alucinante.

Bares

Yard Soho

A decoração lembra um jardim mediterrâneo, com chão de pedras, mesinhas de madeira e muitas árvores. Parece tudo muito bucólico e tranquilo, mas não se engane: o flerte e a ferveção rolam soltos. O lugar perfeito para conhecer gente, trocar uma ideia e dar um tempo da pegação das pistas. Verdadeira instituição gay no bairro mais gay da cidade, atrai um pouco de tudo, mas a clientela fiel é mais madura, com faixa etária a partir dos 35 anos.

The Glory

A programação é animada, o bar tem noites de quiz, música ao vivo, cabaré, exibição de filmes gays e, claro, festinhas que fervem. O lugar é democrático e sem carão, frequentado por gente de 20 a 80 anos, em um ambiente onde todo mundo parece amigo. Música pop com hits de George Michael e Elton John bombam em festas temáticas.

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Dica Imperdível

Hampstead Heath

Esta é, definitivamente, a área mais popular da cidade para o cruising. No verão, a área lota de go-go boys, milionários, operários e homens gays em geral. Além do lago, Hampstead Heath é famoso pelo Gay West Heath, área de cruising onde até celebridades dão o ar da graça — o saudoso George Michael era um dos que batiam cartão ali.

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Sonder

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