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O que fazer em Belém, capital do Pará

Belém, capital do estado do Pará, proporciona diversas possibilidades de cultura e lazer, além de uma das 7 maravilhas do Brasil: o Portal de Entrada da Amazônia. Nesta postagem, você vai saber o que fazer em Belém, a capital que está classificada como uma das cidades com melhor qualidade de vida do país.

Belém não perdeu o ar tradicional das fachadas dos casarões, das igrejas e capelas do período colonial. A cidade ainda conta com importantes monumentos, parques e museus.

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Veja o que você vai encontrar nesta postagem sobre a exótica e bela Belém

O que fazer em Belém, o portal de entrada da Amazônia

Culinária amazonense: variedade e surpresas

Como se locomover em Belém

Quando ir e quantos dias ficar em Belém

Como chegar em Belém

Onde se hospedar em Belém

Nossas dicas de hotéis em Belém

O que fazer em Belém, o portal de entrada da Amazônia

Com edificações históricas no Centro, que remetem aos tempos de glória do Ciclo da Borracha e à conquista da foz do rio Amazonas, Belém é uma cidade que consegue conservar sua história e ao mesmo tempo manter os olhos voltados para o futuro.

Entre o exótico, o surpreendente e o contemporâneo, a cidade portuária, que nasceu na baía Guajará em 1616, fundada por portugueses, oferece ao visitante o que no Brasil há de melhor: mar, rio, natureza exuberante, história, culinária diferenciada e variada, acolhimento, serviços de turismo de primeira qualidade e muita cultura regional, além de museus e parques que contam parte da história indígena em nosso território.

Porém, antes de se aventurar pelas trilhas amazônicas, o visitante necessariamente precisa apreciar as belezas que estão à disposição na própria cidade. E um dos pontos mais famosos da chamada “Capital Amazônica” é  o Mercado Ver-o-Peso, onde o movimento começa bem cedo.

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Belém é uma cidade que consegue conservar sua história e ao mesmo tempo manter os olhos voltados para o futuro

Antes de amanhecer o dia, os pescadores vão trazendo o fruto de seu trabalho para o mercado, enquanto outros comerciantes vão ajeitando suas barracas de frutas, sementes, grãos, hortaliças, óleos e essências naturais.

Também do lado de fora o movimento começa bem cedo, nas barracas que oferecem desde artesanato até produtos para barganha. Mas as portas do mercado abrem-se apenas às 6 horas da manhã, quando o burburinho toma conta do lugar e o aroma das especiarias enche o ar de todos os corredores.

Bem próxima ao mercado está a praça Dom Frei Caetano Brandão, no centro antigo de Belém. O local foi ponto de encontro entre colonos e indígenas e hoje abriga importantes pontos turísticos.

A Catedral da Sé é uma atração que vale a visita. Enquanto seu exterior tem arquitetura barroca, seu interior segue os moldes do período neoclássico, com uma nave toda iluminada por 18 candelabros de ferro. Em outubro, é dessa catedral que parte a procissão dominical no Círio de Nazaré.

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A Catedral da Sé é uma atração que vale a visita

Na praça, também está a famosa Casa das Sete Janelas, uma antiga propriedade de um senhor de engenho, hoje usada como centro cultural, com obras de Tarsila do Amaral, Lasar Segall e Alfredo Volpi.

Histórico e ricamente ornamentado, o Museu de Arte Sacra é outra atração que deve estar em todo roteiro daquele que procura o que fazer em Belém do Pará. É formado pela Igreja de São Francisco Xavier e pelo Colégio de Santo Alexandre. São mais de 300 peças sacras, entre esculturas, pinturas e pratarias. É a chance do viajante conhecer a imagem de São Francisco de Borja com fundo falso para esconder ouro, o famoso “Santo do Pau Oco”.

Dois teatros devem ser visitados por aqueles que estão em busca de o que fazer em Belém. Um deles é o Theatro da Paz, inaugurado em 15 de fevereiro de 1878, possui linhas neoclássicas e foi construído no período áureo da exploração da borracha na Amazônia, inspirado no Teatro Scala, de Milão, na Itália.

Seu nome foi sugerido pelo bispo D. Macedo Costa, o qual também lançou a pedra fundamental do edifício, em 3 de março de 1869.

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O Theatro da Paz foi inaugurado em 15 de fevereiro de 1878

O Theatro da Paz mantinha o status de maior teatro da Região Norte, até ser ultrapassado pelo Teatro Estadual Palácio das Artes Rondônia, um dos mais luxuosos do Brasil, com cerca de 140 anos de história, além de também ser considerado um dos teatros-monumentos do país, segundo o IPHAN.

A história da cidade e da riquíssima região amazônica está presente também no internacionalmente aclamado Museu Paraense Emílio Goeldi, inicialmente denominado Associação Philomática e popularmente conhecido como Museu Goeldi.

Foi fundado em 1871, vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação do Governo Federal, e possui acervos de conhecimentos nas áreas de ciências naturais e humanas relacionados à Amazônia, além de promover pesquisas e estudos científicos dos sistemas naturais e culturais da região. É a mais antiga instituição na região amazônica.

Já o Forte do Presépio é um dos marcos da formação da cidade e foi construído com o objetivo de proteger a cidade de possíveis invasores. Nos jardins, ainda descansam intactos os canhões que foram levados até o local, voltados para a baía, de onde poderia surgir algum navio inimigo. O local possui sala de exposições voltadas para a cerâmica marajoara e minerais da região. Ali estão expostos amuletos indígenas.

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Estação das Docas é outro ponto obrigatório para quem procura o que fazer em Belém

Estação das Docas é outro ponto obrigatório para quem procura o que fazer em Belém. Seus antigos armazéns de ferro foram transformados em espaços culturais e de entretenimento, com teatro, centro de exposições, artesanato, sorveterias e restaurantes.

A localização permite uma visão privilegiada da baía Guarajá, onde nasceu a capital. A “Estação”, como é conhecida, possui um moderno terminal fluvial: o Amazon River.

Além dos pontos turísticos de Belém mais conhecidos, existem tranquilas e pouco exploradas opções de lazer nas 18 ilhas que cercam a capital, lar de ribeirinhos e de uma natureza ainda preservada, onde pequenas canoas carregam frutos e peixes para a cidade.

Ao atravessar o rio Guamá em cerca de 20 minutos, a transição entre cidade e natureza é evidente: os barulhos e luzes da grande cidade vão ficando para trás, dando lugar ao silêncio e aos sons da floresta acompanhados por uma temperatura mais baixa.

Culinária amazonense: variedade e surpresas

Tucupi, jambu, açaí, graviola. Os nomes são indígenas e os sabores, surpreendentes. Facilmente o viajante vai encontrar um desses ingredientes – por vezes até dois ou três –  nos pratos típicos locais. Até porque, onde há tucupi, provavelmente haverá o jambu, uma vez que são parceiros quase inseparáveis na culinária da região amazônica.

O tucupi é a essência da culinária paraense e está presente nos mais variados pratos. Se você não tem ideia do que é o tucupi, ele é um líquido amarelo de gosto ácido retirado da raiz da mandioca brava. Antes de ser consumido, ele precisa ser cozido de forma lenta, já que cru é venenoso.

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Os filés de peixe locais estão sempre entre receitas mais nobres da culinária de Belém

Já o jambu é uma folha famosa pela sensação anestésica que dá na boca e também pelo formigamento dos lábios. É mais empregada em pratos salgados, mas pode ser usada também em bebidas alcoólicas. Juntos, tucupi e jambu fazem dos sabores à mesa paraense uma experiência nova e surpreendente para quem nunca a apreciou. Estão, por exemplo, no Pato com Tucupi, no Tacacá, na Maniçoba e outras iguarias.

Já o açaí e a graviola são frutinhas típicas da região. Estão presentes mais normalmente nos doces, incluindo os sorvetes e compotas. Mas também podem aparecer como parte da surpresa nos pratos salgados, inclusive nas receitas de pescados, muito comuns nos restaurantes locais. E, por falar em pescados, os filés de “Filhote”, grande peixe local também conhecido como Piraíba, estão sempre entre receitas mais nobres dos restaurantes de Belém.

Remanso do Peixe

A tradicional culinária de Belém está neste acolhedor restaurante localizado numa rua secundária e fechada para o trânsito. Os camarões empanados na farinha da tapioca é uma das vedetes do local, que também serve moquecas, caldeiradas paraenses e bolinhos de peixes.

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O Remanso do Peixe também serve moquecas

A entrada de casquinha de caranguejo também é nota 10. O restaurante serve cervejas artesanais, algumas de própria fabricação.

Tomaz Culinária do Pará

Todos os pratos típicos da região encontram-se nesse restaurante acolhedor, onde além das especialidades locais você pode saborear uma grande variedade de frutos do mar.

Contudo, se a pretensão é experimentar os sabores da região, o Tomaz apresenta o que há de melhor, como o caldo de tucupi, o tacacá, o vatapá e a maniçoba, sempre servidos com camarões fresquinhos.

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O Tomaz apresenta o que há de melhor, como o vatapá

Dúvida? Fique com a Vataçoba – metade vatapá e metade maniçoba – uma oportunidade de saborear ambas as iguarias num único prato.

La em Casa

O restaurante La em Casa é um dos mais premiados da capital e também de todo o Brasil. É onde os sabores e temperos amazônicos ganham parcerias inusitadas com a cozinha contemporânea, sem perder a tradição.

O picadinho de tambaqui com arroz de jambu, farofa e banana frita é um dos pratos premiados do restaurante.

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O picadinho de tambaqui é um dos pratos premiados do restaurante La em Casa

Mas os tradicionais pato no tucupi e tacacá nunca saem do cardápio. Aproveite também as sobremesas inusitadas do local.

Como se locomover em Belém

Belém é uma cidade portuária e as principais atrações podem ser percorridas a pé, na área central. Contudo, esses passeios a pé são recomendados mais durante o período do dia, quando as ruas estão movimentadas. Isso porque, ao cair da noite, para se chegar de um ponto a outro é quase sempre passar por ruas mais desertas e com pouco luminosidade, o que, em qualquer cidade de maior porte, pode se tornar um riscos.

Nesses casos, o ideal é fazer o trajeto de táxi ou com veículos por aplicativos.

Há também várias empresas de locação de veículo na cidade, uma comodidade para quem gosta de liberdade para escolher hora e local para seus passeios. É de carro também que cessa-se os caminhos que levam aos recantos para dentro das matas, onde começa realmente a região amazônica em Belém.

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O terminal “Amazon River” reúne várias embarcações que oferecem passeios interessantes

De maneira geral, as linhas de ônibus locais não atendem as necessidades dos viajantes. Na área central, onde estão concentradas as atrações, os veículos não circulam pelas ruas mais antigas. Para longe do centro, os ônibus costumam atender aos bairros mais afastados e residenciais, fora dos roteiros turísticos.

Há passeios de barco que saem da “Estação”, na Doca. O terminal “Amazon River” reúne várias embarcações que oferecem passeios interessantes. Não é exatamente uma maneira de se locomover pela cidade, mas uma alternativa interessante para conhecer locais onde não se chega por terra.

Quando ir e quantos dias ficar em Belém

Em razão do clima com altas temperaturas e muita umidade, a capital paraense tem um perfil muito específico, com precipitações de chuvas quase o ano todo. Mas a boa notícia é que as chuvas costumam ser rápidas, mesmo nos períodos de maior volume, o que significa dizer que sempre há tempo para bons passeios em qualquer época do ano.

O verão, contudo, é mais chuvoso que o restante das estações. Por outro lado, os meses de outono são os mais secos, ainda que possa haver alguma chuva leve em algumas horas do dia.

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A capital paraense tem um perfil muito específico, com precipitações de chuvas quase o ano todo

Outro ponto de destaque é que, no alto do verão, as temperaturas costumam  ser mais altas no meio do dia – de meio dia até 15 horas – período em que o ideal é descansar num bom quarto de hotel sob o ar-condicionado para depois aproveitar o restante do dia com mais comodidade.

Assim, o viajante pode escolher entre o período do verão, com temperaturas mais elevadas, ou as demais estações, quando o calor costuma dar uma trégua mesmo nos horários de pico.

O tempo de estada na cidade depende diretamente de que tipo de experiência o viajante gostaria de ter em Belém. Porém, sem um mínimo de pelo menos 4 a 5 dias é praticamente impossível conhecer todos os atrativos e ainda se aventurar por um passeio rumo aos recantos mais escondidos na portal da Amazônia.

O certo é que, seja lá qual for o tempo de estadia na cidade, ao final o viajante sempre vai achar que poderia ter ficado um pouco mais.

Como chegar em Belém

Dois grandes aeroportos atendem a cidade de Belém. O principal deles, enquadrado na categoria mais importante da ANAC, é o Aeroporto Internacional de Belém, Val de Cans, inaugurado em 1959. Diversas companhias, nacionais e internacionais atendem o aeroporto, o que faz com que o turista tenha um leque variado de opções no momento da viagem.

Outro aeroporto na capital, menos famoso que o Val de Cans, é o Aeroporto Brigadeiro Protásio de Oliveira, mas que também opera regularmente com pousos e decolagens de várias importantes empresas aéreas.

Também é possível chegar de carro a Belém, através de vias de acesso que ligam cidades próximas ao destino. As principais rodovias, dispostas neste entorno, são a BR-153, também conhecida como Rodovia Belém-Brasília, conhecida por ser a ligação de acesso entre a capital federal e a linda cidade do norte do Brasil.

Outras rodovias de acesso são: via PA-481, via PA-324, BR-010, BR-316.

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Belém é uma cidade portuária com dois grandes aeroportos

O terminal Rodoviário de Belém, localizado no bairro de São Brás, possui uma estrutura de 14 plataformas, e possui um fluxo anual de quase 3 milhões de passageiros. Conta com aproximadamente 20 companhias de ônibus operando regularmente.

Transbrasiliana, Itapemirim, Rápido Marajó e Expresso Guanabara são algumas das viações que cobrem este destino. A Transbrasiliana atende as cidades de Marabá (PA), São Luís (MA), Araguaína (TO), dentre outras. São Paulo (SP), Teresina (PI), Fortaleza (CE), Sobral (CE) são algumas das cidades atendidas pela Itapemirim.

Onde se hospedar em Belém

Cidade portuária, Belém possui vários bairros interessantes além da própria região central, onde a oferta de hotéis e pousadas atende plenamente a demanda durante o ano todo. O Umarizal é um bairro nobre de Belém, que costumava ser reduto de intelectuais e boêmios. Bares e restaurantes para todos os gostos também estão espalhados pelo bairro.

Ao sul de Umarizal, fica o bairro de Nazaré, outra excelente região para se hospedar em Belém. É ali que fica a Basílica Santuário de Nossa Senhora de Nazaré. Essa é a região ideal para se hospedar em Belém durante o Círio de Nazaré, um espetáculo de fé em plena Amazônia brasileira.

Viver o Círio de Nazaré em Belém é uma experiência única, mas muito procurada por turistas. A dica é reservar o hotel com boa antecedência.

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Belém possui vários bairros interessantes além da própria região central

Batista Campos é outro bairro residencial bem tranquilo na cidade, que também conta com boas opções de hospedagem. Local mais tranquilo, indicado para quem ficar um pouco mais distante dos agitos comuns de uma cidade do porte de Belém. No bairro também é possível encontrar as hospedagens mais simples e econômicas.

Nossas dicas de hotéis em Belém

Mercure Belém Boulevard

O Mercure Belém Boulevard está situado em um edifício moderno, no centro comercial da cidade. Este hotel sofisticado fica a 8 minutos a pé do Museu Cultural-UFPA e a 12 minutos a pé da ornamentada Basílica Nossa Senhora de Nazaré.

Os quartos casuais, têm sacadas e tons neutros. Todos oferecem acesso Wi-Fi gratuito, TVs com tela plana e frigobares. As suítes modernas, algumas com 2 pisos, incluem salas de estar e mesas de jantar. Serviço de quarto disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana.

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Quarto standard, no Mercure Belém Boulevard

O restaurante tranquilo oferece pratos italianos, bem como um buffet de café da manhã gratuito. O hotel ainda conta com bar, sala de ginástica, sauna e terraço com piscina e vista para a cidade.

Ibis Styles Belém Nazaré

Em uma rua movimentada no bairro de Nazaré, o Ibis Styles fica a 10 minutos a pé dos concertos no Theatro da Paz e a 1,3 km do Museu Paraense Emílio Goeldi. Os quartos simples contam com Wi-Fi gratuito e TV a cabo, além de frigobar, cofre e escrivaninha e alguns têm sacada.

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Quarto standard, no ibis Styles Belém Nazaré

Serviço de quarto disponível 24 horas por dia. O café da manhã é gratuito e há um restaurante arejado com janelas do chão ao teto. Piscina coberta e academia disponíveis, bem como estacionamento (mediante uma taxa).

Hotel Princesa Louçã

O Hotel Princesa Louçã possui uma vista para a baía Guajará situado entre lojas e restaurantes fica a 16 minutos a pé do Ver-o-Peso e a 9 km do Aeroporto Internacional de Belém.

Os quartos casuais dispõem de acesso Wi-Fi gratuito, TV a cabo e frigobares, além de cafeteiras e sacadas. Alguns quartos oferecem vista para a baía. Serviço de quarto disponível. Crianças com até 10 anos (uma por quarto), com um adulto, não pagam.

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Quarto, no Hotel Princesa Louçã

O estacionamento e o café da manhã são gratuitos. Há ainda um restaurante 24 horas e 2 bares, além de academia, piscina externa e sauna.

Hotel Sagres

Hotel Sagres fica a 5 minutos de caminhado do Terminal Rodoviário de Belém, este hotel discreto fica a 1,7 km do Museu Cultural-UFPA e a 3 km do Theatro da Paz.

Os quartos bem arrumados oferecem acesso Wi-Fi gratuito, TV com tela plana, frigobar e cofre, bem como salas de estar, além de chuveiros integrados aos quartos. As suítes oferecem áreas de estar separadas e banheiras. Serviço de quarto disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana.

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Quarto superior, no Hotel Sagres

As comodidades de cortesia incluem café da manhã e estacionamento. Há também bar e restaurante. O hotel oferece piscina externa, banheira de hidromassagem externa e terraço, além de 12 salas de reuniões.

Hotel Le Massilia

A 13 minutos dos shows e concertos do Theatro da Paz, o Hotel Le Massilia possui uma fachada colorida fica a 2 km do Museu Paraense Emílio Goeldi.

Acessados por corredores externos, os quartos apresentam decoração aconchegante com detalhes em madeira e dispõem de Wi-Fi gratuito e frigobar, bem como TV a cabo e cofre. Alguns têm parede de tijolinhos.

Os quartos de categoria mais alta incluem banheira de hidromassagem e/ou mezanino com cama. Serviço de quarto disponível.

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Quarto Standard, no Hotel Le Massilia

O buffet de café da manhã de cortesia é servido em um restaurante/bar aconchegante em estilo antigo que também oferece pratos da culinária francesa e mesas ao ar livre. Há uma piscina externa cercada por um pátio com jardim e espreguiçadeiras.

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Agora, é só fazer as malas e curtir sua viagem para Belém. Reserve já sua hospedagem em Hoteis.com e boa Viagem!

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